Staff Data Engineer · Curitiba, Brasil
Leon Matheus
Dado é significado compartilhado. Trabalho nas estruturas que o mantêm vivo: arquitetura, modelagem e governança para organizações que precisam lembrar.

Ao que eu sempre volto

Engenharia de dados é construir arapucas.
Não são ferramentas, nem só dados: são abstrações de significado que deixam uma organização de fato perceber o que faz.

Orientados aos dados, não só por dados.
Quando agentes de IA viram o tecido conjuntivo entre sistemas, o que importa é o dado ser entendido por pessoas, agentes e máquinas.

Fundamentos sobrevivem às ondas.
Vinte anos de hype me ensinaram que conceitos são mais portáveis que qualquer ferramenta que os implementa.
Escrita recente
- Uma máquina que não sabe lembrar
A empresa produz conhecimento o dia todo e esquece o que queria saber. Um modelo de dados é a verdade mínima compartilhada que a deixa lembrar.
- Não existe dado genérico
Ser orientado a dados não é trocar intuição por KPIs. Dado sempre tem forma, origem e ciclo de vida, e mantê-lo com significado pede uma cultura.
- O mistério do conhecimento
Investimos como nunca em computação para extrair conhecimento dos dados crus. Parece que essas tecnologias exigem que pensemos melhor, não menos.
- Orientados aos dados, não só por dados
Bancos de dados deixaram de ser só serviços de apoio. Com agentes de IA como tecido conjuntivo, a modelagem sobe para a camada do significado.
- Fundamentos sobrevivem às ondas
Vinte anos de ondas de inovação e hype em analytics. Ideias fundamentais resistem mais ao tempo e são mais portáveis que qualquer ferramenta.
- Modelagem não é arquitetura
A arquitetura medalhão organiza um pipeline em camadas. Ela não diz nada sobre como modelar a informação.